terça-feira, 23 de setembro de 2008
Pr. Silas Malafaia fala sobre G12.
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domingo, 21 de setembro de 2008
O ataque foi contra Deus
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| O ataque foi contra Deus | |||
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EXTRAÍDO DE: www.ultimato.com.br
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A espiritualidade e as carências humanas
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| Escrito por JEASE COSTA | |
| 05-Sep-2008 | |
| O fato de os cristãos se sentarem em torno de um mesmo livro como autoridade de fé pode justificar a pergunta a respeito da qual se questiona as discrepâncias que existem entre os vários segmentos denominacionais. Entretanto, as discrepâncias não encontram lugar apenas na diversidade denominacional, sendo também possível percebê-las entre os que afirmam comungar das mesmas bases doutrinárias. Ou seja, pessoas que freqüentam as mesmas igrejas se posicionam de forma diferente ou, até mesmo, contraditória no que se refere à prática da fé, à compreensão de Deus e ao modo como ele se relaciona com as pessoas. Devemos admitir que a resposta para esse fenômeno não é tão simples, pois devem ser considerados vários fatores, entre os quais a experiência e as expectativas religiosas de cada pessoa ou grupo, e nesse caso devemos considerar que esses fatores não são os mais adequados para nos ajudar a estabelecer um sistema de prática de fé capaz de nortear a vida de forma saudável e equilibrada. Na verdade, em se tratando principalmente das expectativas religiosas de cada pessoa ou grupo, talvez comece aí o caminho das deturpações da espiritualidade. Isso porque temos a tendência de interpretar o texto sagrado não a partir dele mesmo, mas de nós, de nossas carências e necessidades. Nesse caso o elemento norteador da espiritualidade não é mais a Revelação bíblica, mas o homem a partir de suas carências. E aí, em vez de Deus nos construir a partir de quem ele é, nós o construímos a partir de quem somos. Os resultados disso são uma espiritualidade frágil, uma religiosidade deturpada, uma prática de fé vulnerável e algumas igrejas com princípios doutrinários tão antagônicos que até parece se tratar de outras religiões que não a bíblica. Se a interpretação de Deus é feita a partir de nós mesmos, talvez isso justifique a grande quantidade de crentes frustrados com a sua fé, uma vez que o Deus que queremos construir deverá estar constantemente ocupado com o nosso bem-estar e nos suprindo a cada momento de todas as nossas necessidades. Com isso, formamos um conceito de religiosidade em que a espiritualidade de alto padrão não pode se compatibilizar com as necessidades humanas. Nesse caso, passar por privações é o mesmo que estar em desacordo com Deus. Como sempre teremos algum tipo de privação ou carência, a relação com Deus, a partir desse conceito, está gravemente comprometida. O que precisamos de mais urgente, se queremos recuperar a saúde e o equilíbrio da fé, é de um virar as costas para nós mesmos, como centro de referência da espiritualidade, e nos voltarmos para Jesus, que é a Palavra encarnada de Deus. Quando ele voltar a estar no centro de tudo sem ser contaminado com nossas conveniências e expectativas, a espiritualidade terá um padrão confiável e compreenderemos que a relação com Deus pode ser produtora de vida mesmo em meio às carências humanas mais profundas. Na verdade, a espiritualidade elevada não é incompatível com as carências humanas. O texto de Mateus que registra a experiência de Jesus sendo tentado no deserto é revelador nesse caso. O texto diz assim: Jesus foi, então, conduzido pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo Diabo. Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. O tentador aproximou-se então dele e disse: “Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães”. Jesus, porém, afirmou-lhe: “Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus’” (Mateus 4.1-4 KJA). É revelador o fato de que Jesus “depois de jejuar, teve fome”. A fome é uma das mais fortes expressões das carências humanas, e jejuar é um dos elementos da prática da espiritualidade de maior demonstração de devoção. O fato de Jesus ter fome depois de jejuar nos revela que a necessidade humana não é incompatível com a espiritualidade de elevado padrão. O conceito que formamos de Deus a partir do que somos, o de que ele tem o dever de nos suprir de todas as nossas carências porque nos firmamos em práticas que demonstram boa espiritualidade, não tem origem na revelação divina. Foi o tentador quem disse isso: “Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães”. Jesus mostrou que é possível viver como filho de Deus mesmo sem estar suprido do pão. A bem da verdade, se Jesus resolvesse seu problema da fome do modo como o tentador lhe sugeriu, acabaria por criar uma grande tensão teológica. Isso em dois aspectos. Em um primeiro momento ele comprometeria a identificação divina com o homem ao resolver desse modo o seu problema, já que conosco isso não ocorre assim. Como Deus se identificaria com a humanidade recusando-se a passar pelas mesmas privações dos seres humanos? E, em segundo lugar, já que Deus pretendia se identificar conosco na pessoa de Jesus, uma vez que teria suprido sua própria carência teria também o dever de nos suprir das nossas. Mas, mesmo nesse caso, o problema persistiria, pois em vez de ele se identificar conosco em nossa humanidade, nós é que estaríamos identificados com ele em sua divindade, uma vez que Deus de nada tem falta. Assim, nossa humanidade estaria comprometida, pois os cristãos seriam menos humanos que os demais. Um dos elementos que definem a fragilidade da espiritualidade contemporânea reside no fato de que queremos um Deus que esteja a nosso serviço. Entretanto, um dos elementos mais gloriosos da espiritualidade bíblica é que temos um Deus a quem servir durante toda a vida e em todas as circunstâncias. É possível estar num deserto e sentir a presença de Deus. Ter fome é compatível com o ato de jejuar. Estar bem com Deus não é incompatível com o não estar bem em todas as áreas da vida, pois, como Jesus respondeu ao tentador, não é só de pão que vive o homem. Na experiência de Jesus, depois de tudo os anjos vieram e o serviram. Em nossa experiência, se nos mantivermos nele, ele também virá ao nosso encontro. Não nos deixará abandonados e sós. A experiência mais gloriosa da vida é andar com Deus, ainda que em desertos e com falta de pão. JEASE COSTA - Pastor da Igreja Evangélica Batista Moriá, São Paulo (SP) - jeaseeandreia@ospardais.org.br EXTRAÍDO DE: www.ojornalbatista.com.br |
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sábado, 13 de setembro de 2008
Um jovem dos dias apostólicos.
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| Escrito por MANOEL DE JESUS THÉ | |
| 09-Sep-2008 | |
| Em 1970, um famoso autor recebeu o prêmio Nobel de Literatura por seus livros escritos nas prisões da antiga União Soviética. No dia 3 de agosto último, com 89 anos de idade, esse autor faleceu em Moscou. Seu livro premiado chamou-se Arquipélago Gulag, no qual conta os sofrimentos dos prisioneiros. O mais interessante de tudo é que a pena de oito anos de prisão deveu-se a uma carta que Alexander Soljenitsin escreveu ao ditador Stalin. Nessa carta, o missivista queixava-se dos sofrimentos infligidos aos soldados russos, por parte dos oficiais, na Segunda Guerra Mundial, contra os alemães. Dentre seus livros, temos um com um título pouco comum: Um dia na vida de Ivan. À primeira vista, parece-nos que o livro é uma homenagem. Ele fala sobre os companheiros de prisão, mas as notas sobre o prisioneiro, companheiro de cela, chamado Aliosha, são de arrepiar. Vamos conhecer esse jovem. Aliosha é o diminutivo de Alexander, nome muito comum entre os russos. Toda vez que o autor menciona o jovem Aliosha, ele informa: “Aliosha, o batista”. Aliosha copiava a mão trechos das Escrituras e distribuía para os colegas. Esse foi seu crime. Pegou muitos anos de prisão, pois logo após ser solto, ele voltava a distribuir porções da Palavra de Deus. Façamos uma ressalva. Costumamos classificar nossos dias como dias difíceis para o jovem cristão. Bobagem! Jamais tivemos dias mais fáceis ou mais difíceis. O mundo, que “jaz no maligno”, foi sempre inimigo do Reino de Deus. Eis o parecer de Soljenitsin sobre Aliosha: “Eram cinco e meia da manhã. Aliosha acorda, move um tijolo, onde ele escondia as páginas copiadas do Novo Testamento. Durante meia hora, lia a meia voz e orava por todos nós. Lá fora, trinta graus abaixo de zero”. Irmão, você já imaginou que há 30 anos houvesse alguém que fizesse isso? Vamos a outra citação. “Eram 6h30 da manhã. O capataz toma o chicote e obriga os prisioneiros a entrarem na fila para seguirem para o campo de trabalhos forçados. Aliosha é sempre o primeiro da fila. Nunca leva chicotadas. O clima aponta 25 graus abaixo de zero. Aliosha nunca reclama”, lembra Soljenitsin. A última citação é mais comovente ainda: “São 7 horas da manhã. Marchamos por uma estrada. O sol brilha, derrete a neve nos campos. Estamos a vinte graus abaixo de zero. Seu rosto brilha tanto pelo sol que nos aquece, como pela felicidade que nasce no coração de Aliosha. Ele é o único feliz entre nós, o seu Cristo lhe basta”. Jovem, naqueles anos, a cortina de ferro (linha fronteiriça entre os países europeus que tinham governo comunista, e que eram integrados no bloco liderado pela ex-União Soviética, e os da Europa ocidental) impedia o livre trânsito. Amigos e admiradores do escritor russo passaram o livro por baixo da “cortina”. A Sorbonne, famosa Universidade de Paris, traduziu e publicou o livro. Aliosha tornou-se conhecido no mundo todo, pregou a estudantes através do livro, penetrou no mais difícil dos campos que é o filosófico, político e estudantil. Será que ele ainda está vivo? Isso não sabemos, mas uma coisa é certa, ele cumpriu as Escrituras, que nos dizem: “Depois de morto ainda fala”. Pois é, ainda vivemos os dias apostólicos, porque tais cristãos existem. Jovem, você não quer ser um deles? MANOEL DE JESUS THÉ - Pastor da IB Ebenézer (SP) - ibesp@ibesp.org.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email EXTRAÍDO DE: www.ojornalbatista.com.br |
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Campanha Nacional de Oração pelo Projeto Minha Esperança
O projeto Minha Esperança alcançou a reta de chegada. Mais de 50 mil igrejas já estão comprometidas, com mais de 600 mil lares, que abrirão as suas portas por três dias em novembro para receber parentes, amigos e vizinhos convidados para assistirem as transmissões dos programas. Trata-se do maior esforço evangelístico realizado no país em parceria com a Associação Evangelística Billy Graham.
Seguindo o lema de Billy Graham, que sempre estimulou a oração como a chave para o êxito de qualquer projeto, o Minha Esperança não pode jamais prescindir dessa ferramenta. Assim tem sido ao longo desses meses de preparação, e muito mais agora, quando se aproxima a hora da grande colheita de almas para o Reino de Deus.
Queremos contar com um exército de intercessores em todo o Brasil. Com milhares de irmãos que estejam dispostos a colocar-se conosco na brecha da intercessão perante Deus em favor do nosso país e do projeto Minha Esperança de agora até novembro.
Venha fazer parte dessa hora histórica da intercessão na vida da igreja evangélica brasileira.
Veja a seguir alguns objetivos de oração até as transmissões:
• Ore pelas transmissões nos dias 6, 7 e 8 de novembro, às 21:00hs, pela Rede Bandeirantes, para que obstáculo algum impeça o Brasil de ser alcançado pelas boas novas durante aqueles dias.
• Ore para que os programas sejam inspirativos e falem diretamente ao coração de milhares de telespectadores em todo o Brasil.
• Ore para que os vários segmentos de mídia envolvidos na divulgação do Minha Esperança possam fazer chegar essa mensagem aos quatro cantos do país.
• Ore em favor da equipe que trabalha no escritório nacional para que todos disponham de condições físicas, emocionais e espirituais para servir aos milhares de pastores em todo o Brasil com todas as ferramentas necessárias ao êxito do Minha Esperança.
•Ore pelos coordenadores regionais que ainda continuam realizando reuniões de treinamento em suas respectivas áreas de responsabilidade para que alcancem o máximo possível de igrejas que ainda não tenham sido treinadas.
• Ore em favor dos pastores que já estão treinando os membros de suas igrejas para que suas casas se tornem Lares Mateus nos dias das transmissões dos programas. Que eles sejam motivados a ver essa ferramenta como uma estratégia eficiente para o crescimento de sua igreja local.
• Ore em favor dos milhões de pessoas que estarão sendo convidados em todo o Brasil, através dos Lares Mateus das mais diferentes denominações para que sejam tocados pelo Senhor e venham assistir em cada casa as transmissões do Minha Esperança.
•Ore por milhares de pessoas que farão a sua decisão por Cristo durante as transmissões para que a semente plantada em seus corações floresça e dê muitos frutos para o Reino de Deus.
•Ore para que as igrejas, conforme já orientadas, empenhem-se em mandar os seus relatórios ao escritório nacional através dos coordenadores de suas respectivas áreas, após as transmissões, para que a equipe de Minha Esperança possa contabilizar os resultados da colheita em todo o Brasil.
•Ore para que as igrejas, após as transmissões, durante a fase de acompanhamento, possam fazer um eficiente trabalho de integração e discipulado para que os frutos colhidos permaneçam.
•Ore, finalmente, em favor do projeto Minha Esperança que está sendo também desenvolvido em Cingapura, com transmissões previstas para dezembro para que haja ali, como no Brasil, uma grande colheita de almas para o Reino de Deus.
Veja, a seguir, algumas redes de oração que fizeram parceria com o Minha Esperança para levantar um exército de intercessores em todo o Brasil em favor do projeto.
Pr. Amaury Braga – SEPAL
amaury@sepal.org.br
www.sepal.org.br
Irmã Ana Maria - Rede de Mulheres de Ação Global – RMAG
amcastro@terra.com.br / amide@terra.com.br
www.rmag.kit.net
Rev.Marcelo Gualberto – Desperta Débora
mpc@mpc.org.br
www.mpc.org.br / www.despertadebora.com.br
Irmã Cristiane - GIDEÕES DA ORAÇÃO Igreja Batista Getsêmani
christianne_coelho@hotmail.com
www.getsemani.com.br
Luiza Mauro – Rede Internacional de Oração e Intercessão
rede.brasil@yahoo.com
www.adhonep.addr.com
EXTRAÍDO DE: www.minhaesperanca.com.br
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JOVEM - alvo de tantos enganos
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| Escrito por CELSON DE PAULA VARGAS | |
| 09-Sep-2008 | |
| “Alegra-te, jovem, na tua juventude, recreie-se no teu coração nos dias da tua mocidade; anda nos caminhos que satisfazem ao teu coração e agrada aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá conta.” –Eclesiastes 11.9
Talvez pelo seu espírito voluntarioso, forte e aventureiro, o jovem é sempre alvo de armadilhas que, ao final, o levam a danos físicos, emocionais, morais, espirituais. Muitos destes deixam indeléveis seqüelas ou até mesmo têm sido fatais.O marketing mundial do mal está sempre apontado para os jovens, em primeiro lugar. A indústria do sexo, da mídia, das drogas e, mais recentemente, pasmemo-nos, a espiritual, onde igrejas que se denominam evangélicas ou não, em nome da necessidade de modernizar a propagação do Evangelho, está utilizando estratégias diversas e absurdas com o argumento de que só assim poderão atrair os jovens. Tais promovem reuniões (penso que não podemos chamar isto de culto), onde o ambiente, a atmosfera são os mesmos dos das casas noturnas ou boates: as luzes, os instrumentos, a altura do som, os ritmos, a dança ou expressão corporal (coreografia gospel), a sensualidade, a falta de reverência, que se reduzem em falta de decência e ordem, recomendados para o culto cristão (1Co 14.40). Os pais são sutilmente ameaçados com argumentos do tipo: “É melhor vê-los dançando, bebendo, prostituindo-se na igreja do que no mundo”. Amado jovem, não se deixe enganar no único lugar que é a única esperança para a sua salvação, a igreja. Ela foi constituída por Jesus para ser uma comunidade de pessoas salvas e regeneradas, portadora de uma mensagem que aponta as misérias da carne e as vitórias do Espírito em Jesus. Você, como todos, precisa reconhecer a sua necessidade de ser perdoado, arrepender-se, passar seus pecados para Jesus e deixá-los. “Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8.7,8). Como pastor, não posso omitir de você esta verdade, passando-lhe a enganosa mensagem de que pode ser salvo vivendo os mesmos costumes carnais do mundo, dentro da igreja. Isto não é questão de cultura, tampouco de liturgia como andam lhe dizendo. Isto é pecado. Disse-nos Jesus: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16.24). CELSON DE PAULA VARGAS - Pastor da IB Monte Moriá, Volta Redonda (RJ) EXTRAÍDO DE: www.ojornalbatista.com.br |
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
A necessidade de um bom amigo.
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| Escrito por ISALTINO GOMES COELHO FILHO | |
| 09-Sep-2008 | |
| No excelente livro Automotivação, alta performance, de Zig Ziglar (obrigado pelo presente, Nelya!), há um capítulo intitulado “Pessoas e propósitos”. Ziglar, batista e professor de EBD em sua igreja (de 22 mil membros), fala da necessidade de amigos, mostrando como bons relacionamentos ajudam, inclusive, na recuperação médica. Ele cita o poeta inglês John Donne que disse que “Nenhum homem é uma ilha” (título de um romance do austríaco Mario Simmel). Segue dizendo que, infelizmente, há pessoas que se trancam e fazem questão de não ter amigos. É verdade. Algumas parecem trazer um letreiro na testa: “Não se aproxime”. Zig diz entender que algumas dessas pessoas se frustraram com outras, por isso querem distância. E cita um ditado rabínico: “Quem procura um amigo sem imperfeições jamais terá amigos”. Relacionar-se é arriscar-se. Mas vale a pena. Fechar-se é pior. Lembra-me uma frase atribuída a Vitor Hugo: “Se não queres sofrer, guarda teu coração em cofre de ferro e não o dês a ninguém. Mas neste cofre ele minguará e tu serás infeliz”. É provável que todos tenhamos nos decepcionado com alguém. Mas é provável que também tenhamos sido enriquecidos por amigos. E que tenhamos falhado com pessoas que esperavam de nós. Também podemos ser maus amigos, em ocasiões. Mas todos nós já fomos bons amigos. Embora seja empresário, Ziglar é bem versado em Teologia e faz uso acertado da Bíblia. Ele mostra que Deus nos fez pessoas sensíveis, necessitadas de relacionamentos. É verdade. E, seguindo pela trilha por ele aberta, vou além: Deus se propôs a ser nosso amigo. Ele se dignou a escolher um homem, Abraão, para ser seu amigo (2Cr 20.7 e Tg 2.23). O Deus que se basta, que é auto-suficiente, quis fazer de um homem seu amigo. É verdade que para isso lhe fez uma exigência (porque escolher amigos é um ato seletivo): “Anda em minha presença e sê perfeito” (Gn 17.1). Jesus fez de seus seguidores seus amigos. “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer” (Jo 15.15). Jesus viveu entre pessoas, e não em meditação transcendental, alienado de gente. Às vezes amigos nos decepcionam. Davi se frustrou com Aïtofel, que o traiu e se bandeou para Absalão (Sl 55.13). Mas Jesus é o amigo que não falha nem decepciona. Ele é digno de confiança. Pode não aceitar nossa conduta, mas não nos rejeita. Mesmo que nosso estado não seja dos melhores, ele não nos deixa de lado, e sempre nos restaura. Pedro foi um mau amigo, falhou com ele, mas ele confiou a Pedro o pastorado das ovelhas, reiterando a tarefa por três vezes (Jo 21.15-17). A Cruzada Mundial de Literatura teve um folheto evangelístico de larga circulação, durante anos: “Ele quer ser seu amigo”. É verdade. Ele quer ser seu amigo. Quer sua companhia. Aceite-a, ande com ele. Jesus é o amigo que não falha, que não decepciona, que restaura e cuja companhia sempre faz bem. Ah, em tempo: ele é o amigo perfeito. ISALTINO GOMES COELHO FILHO - Pastor da IB do Cambuí, Campinas (SP) http://www.ibcambui.org.br/ibc/ EXTRAÍDO DE: www.ojornalbatista.com.br |
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